SALVE CHUCK, NORRIS SUPRA CAUSA ES
Hoje tive um exame de Biologia Celular - uma coisa fácil, portanto- e, algures a meio do exame, assim entre a tubulina y dos microtúbulos e a matriz peroxisomal e o nucleóide cristalino, constatei um facto que deturpa a mente dos estudantes desde os primórdios dos tempos.
Porque é que sempre que se baptiza uma coisa, dá-se um nome complicado?
Por exemplo, porque é que em vez de ácido ribonucleico (RNA) mensageiro (mRNA), não se diz pombo-correio? Ou ao invés de se dizer adenosina trifosfato não se diz...sei lá...Carlos!... É estas coisas que eu, no fundo e também na superfície do meu ser, não consigo entender.
Uma das explicações possíveis é que os investigadores que acharam estas coisas pela primeira vez certamente não tinham amigos. Imagino o senhor Golgi, quando ao descobrir pela primeira vez o organelo, tenha pensado: "Boa! Descobri uma coisa nova! Epá e agora que nome é que eu lhe vou dar? Se ao menos eu tivesse um amigo chamado Zé ou Quim... Já sei! Vou dar-lhe o nome do meu amigo imaginário!". E assim surgiu o dictiossoma. Ou então ao contrário: "Boa! Descobri uma coisa nova! Epá se o Zé sabe disto, rouba-me a patente! Tenho de lhe dar um nome complicado para ele se lixar. Já sei! Vou chamar-lhe dictiossoma!"
Outra seria, obviamente, o egocentrismo dos cientistas. Que outra razão para explicar o glomérulo de Malpighi? Ou mesmo a tabela periódica de Mendeliev? E mesmo na matemática, a sequência de Fibonnacci (que nem assim se chamava) ou o número de Nepper? E que me dizem do Princípio da Incerteza de Heisenberg (o senhor sempre foi muito incerto nas suas decisões, daí o termo)...
Como vêem, estamos a ser bombardeados todos os dias com mariquice egocentrica marginalista destes investigadores. Imaginem como a explicação da síntese proteica seria muito mais fácil sem todos estes tecnicismos:
" O prego (RNA) é obtido através do Jeropiga (DNA) pelo processo de Kebab (Transcrição). O prego (RNA) depois sai do Iogurte (Núcleo) para o Urinol (citoplasma). O Quim (sub-unidade menor do ribossoma) e o Esteves (sub-unidade maior do ribossoma) unem-se para formar o Quim Esteves (ribossoma). O prego (RNA) entra no Quim Esteves (ribossoma) para iniciar o processo de Húmus (tradução), que dará origem a Queijo (proteínas). Muito mais fácil, não?
E PLURIBUS CHUCK NORRIS!
segunda-feira, novembro 30
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Sem duvida muito mais facil. :) mas sabes q eu ao estudar pensei na msm coisa?! E q nao ha paciencia pa meter isso tudo na cabeca! lol.
ResponderEliminarAVÉ CELESTINO I, O ROEDOR
ResponderEliminarTamanha sapiência a vossa, que os que audácia possuem de se chamar pensadores (Paulo Portas incluído) tremem só de olhar para o seu raciocínio brilhante!
Na simplicidade está a chave do nosso sucesso, que também é o vosso sucesso. As escalas banais não aguentam com o egocentrismo destes bastardos.
Salve os inventores que baptizaram as suas invenções com nomes compreensíveis, que penetram com facilidade na esfera cognitiva do indivíduo! Salve o Pi! Salve o fio! Salve o Zé! Salve, elá, o ovo! Mares de ovações se ouvem e estátuas colossais serão erguidas a tais!
Malditos sejam os que a mando do diabo baptizam as suas descobertas com nomes que não se pronunciam sem dar uma cãibra na língua! Fora a N-acetilglucosamina! Fora os glicerofosfolípidos! Fora, up-lá-hô, a bis-acrilamida!
Ah, eminência, como me conseguiu ferver o sangue! Não me sentia assim desde aquela altura em que trovava nos mares do Luxemburgo, onde só me ocorria no pensamento:
Expressar-me como um carro último modelo!
Genial LOOOOOOOL
ResponderEliminarParabéns :D